<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2084054145649044728</id><updated>2011-10-03T03:51:12.952-07:00</updated><category term='Vidas Secas'/><category term='Vida Maria'/><category term='poesia'/><category term='poemas'/><category term='Vinícius de Morais'/><category term='intertextualidade'/><category term='aulas'/><category term='marcos bagno'/><category term='coisa de brasileiro'/><category term='período composto'/><category term='curta'/><category term='análise sintática'/><category term='Diogo Mainardi'/><category term='absurdos'/><category term='João Cabral de Melo Neto'/><category term='para ler'/><category term='música'/><category term='Octavio Paz'/><category term='para ver'/><category term='racismo'/><category term='vídeos'/><category term='gramática'/><category term='Manuel Bandeira'/><title type='text'>Palavras em Contexto</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://palavrasemcontexto.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2084054145649044728/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://palavrasemcontexto.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>19</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2084054145649044728.post-5274294224031837558</id><published>2011-10-08T20:29:00.000-07:00</published><updated>2011-10-02T23:11:38.180-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='poesia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Octavio Paz'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='poemas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='para ler'/><title type='text'>Irmandade</title><content type='html'>Sou homem: duro pouco&lt;br /&gt;e é enorme a noite.&lt;br /&gt;Mas olho para cima:&lt;br /&gt;as estrelas escrevem.&lt;br /&gt;Sem entender compreendo:&lt;br /&gt;Também sou escritura&lt;br /&gt;e neste mesmo instante&lt;br /&gt;alguém me soletra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Octavio Paz&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2084054145649044728-5274294224031837558?l=palavrasemcontexto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://palavrasemcontexto.blogspot.com/feeds/5274294224031837558/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2084054145649044728&amp;postID=5274294224031837558' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2084054145649044728/posts/default/5274294224031837558'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2084054145649044728/posts/default/5274294224031837558'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://palavrasemcontexto.blogspot.com/2008/10/irmandade.html' title='Irmandade'/><author><name>blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2084054145649044728.post-8259846829195712199</id><published>2011-10-02T23:31:00.000-07:00</published><updated>2011-10-02T23:37:30.108-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='absurdos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='racismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='para ver'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='coisa de brasileiro'/><title type='text'>Onde você guarda seu racismo</title><content type='html'>&lt;iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/ojg07xOt8CY" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2084054145649044728-8259846829195712199?l=palavrasemcontexto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='enclosure' type='Video' href='http://www.youtube.com/watch?v=ojg07xOt8CY' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://palavrasemcontexto.blogspot.com/feeds/8259846829195712199/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2084054145649044728&amp;postID=8259846829195712199' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2084054145649044728/posts/default/8259846829195712199'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2084054145649044728/posts/default/8259846829195712199'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://palavrasemcontexto.blogspot.com/2011/10/e-brasil-bao-sempre-tolerante-nao.html' title='Onde você guarda seu racismo'/><author><name>blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/ojg07xOt8CY/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2084054145649044728.post-7903398060220454046</id><published>2011-10-02T23:21:00.000-07:00</published><updated>2011-10-02T23:22:53.701-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='marcos bagno'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='para ler'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gramática'/><title type='text'>Polêmica ou ignorância?</title><content type='html'>Discussão sobre livro didático só revela ignorância da grande imprensa&lt;br /&gt;Marcos Bagno&lt;br /&gt;Universidade de Brasília &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para surpresa de ninguém,a coisa se repetiu. A grande imprensa brasileira mais uma vez exibiu sua ampla e larga ignorância a respeito do que se faz hoje no mundo acadêmico e no universo da educação no campo do ensino de língua.&lt;br /&gt;Jornalistas desinformados abrem um livro didático,leem metade de meia páginae saem falando coisas que depõem sempre muito mais contra eles mesmos doque eles mesmos pensam (se é que pensam nisso,prepotentementeconvencidos que são,quase todos,de que detêm o absoluto poder da informação).&lt;br /&gt;Polêmica? Por que polêmica,meus senhores e minhas senhoras? Já faz mais de quinze anos que os livros didáticos de língua portuguesa disponíveis no mercado e avaliados e aprovados pelo Ministério da Educação abordam o tema da variação linguística e do seu tratamento em sala de aula. Não é coisa de petista,fiquem tranquilas senhoras comentaristas políticas da televisão brasileira e seus colegas explanadores do óbvio.&lt;br /&gt;Já no governo FHC,sob a gestão do ministro Paulo Renato,os livros didáticos de português avaliados pelo MEC começavam a abordar os fenômenos da variação linguística,o caráter inevitavelmente heterogêneo de qualquer língua viva falada no mundo,a mudança irreprimível que transformou,tem transformado,transforma e transformará qualquer idioma usado por uma comunidade humana. Somente com uma abordagem assim as alunas e os alunos provenientes das chamadas “classes populares”poderão se reconhecer no material didático e não se sentir alvo de zombaria e preconceito. E,é claro,com a chegada ao magistério de docentes provenientes cada vez mais dessas mesmas “classes populares”,esses mesmos profissionais entenderão que seu modo de falar,e o de seus aprendizes,não é feio,nem errado,nem tosco,é apenas uma língua diferente daquela –devidamente fossilizada e conservada em formol –que a tradição normativa tenta preservar a ferro e fogo,principalmente nos últimos tempos,com a chegada aos novos meios de comunicação de pseudoespecialistas que,amparados em tecnologias inovadoras,tentam vender um peixe gramatiqueiro para lá de podre.&lt;br /&gt;Enquanto não se reconhecer a especificidade do português brasileiro dentro doconjunto de línguas derivadas do português quinhentista transplantados para as colônias,enquanto não se reconhecer que o português brasileiro é uma língua em si,com gramática própria,diferente da do português europeu,teremos de conviver com essas situações no mínimo patéticas.&lt;br /&gt;A principal característica dos discursos marcadamente ideologizados (sejam eles da direita ou da esquerda) é a impossibilidade de ver as coisas em perspectiva contínua,em redes complexas de elementos que se cruzam e entrecruzam,em ciclos constantes. Nesses discursos só existe o preto e o branco,o masculino e o feminino,o mocinho e o bandido,o certo e o errado e por aí vai. Darwin nunca disse em nenhum lugar de seus escritos que “o homem vem do macaco”. Ele disse,sim,que humanos e demais primatas deviam ter se originado de um ancestral comum. Mas essa visão mais sofisticada não interessava ao fundamentalismo religioso que precisava de um lema distorcido como “o homem vem do macaco”para empreender sua campanha obscurantista,que permanece em voga até hoje (inclusive no discurso da candidata azul disfarçada de verde à presidência da República no ano passado).&lt;br /&gt;Da mesma forma,nenhum linguista sério,brasileiro ou estrangeiro,jamais disse ou escreveu que os estudantes usuários de variedades linguísticas mais distantes das normas urbanas de prestígio deveriam permanecer ali,fechados em sua comunidade,em sua cultura e em sua língua. O que esses profissionais vêm tentando fazer as pessoas entenderem é que defender uma coisa não significa automaticamente combater a outra. Defender o respeito à variedade linguística dos estudantes não significa que não cabe à escola introduzi-los aomundo da cultura letrada e aos discursos que ela aciona. Cabe à escola ensinar aos alunos o que eles não sabem! Parece óbvio,mas é preciso repetir isso a todo momento.&lt;br /&gt;Não é preciso ensinar nenhum brasileiro a dizer “isso é para mim tomar?”,porque essa regra gramatical (sim,caros leigos,é uma regra gramatical) já faz parte da língua materna de 99% dos nossos compatriotas. O que é preciso ensinar é a forma “isso é para eu tomar?”,porque ela não faz parte da gramática da maioria dos falantes de português brasileiro,mas por ainda servir de arame farpado entre os que falam “certo”e os que falam “errado”,é dever da escola apresentar essa outra regra aos alunos,de modo que eles –se julgarem pertinente,adequado e necessário –possam vir a usá-la TAMBÉM. O problema da ideologia purista é esse também. Seus defensores não conseguem admitir que tanto faz dizer assisti o filme quanto assiti ao filme,que a palavra óculos pode ser usada tanto no singular (o óculos,como dizem 101% dos brasileiros) quanto no plural (os óculos,como dizem dois ou três gatos pingados).&lt;br /&gt;O mais divertido (para mim,pelo menos,talvez por um pouco de masoquismo) é ver os mesmos defensores da suposta “língua certa”,no exato momento em que a defendem,empregar regras linguísticas que a tradição normativa que eles acham que defendem rejeitaria imediatamente. Pois ontem,vendo o Jornal das Dez,da GloboNews,ouvi da boca do sr. Carlos Monforte essa deliciosa pergunta:“Como é que fica então as concordâncias?”. Ora,sr. Monforte,eu lhe devolvo a pergunta:“E as concordâncias,como é que ficam então?&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2084054145649044728-7903398060220454046?l=palavrasemcontexto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://marcosbagno.com.br/site/' title='Polêmica ou ignorância?'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://palavrasemcontexto.blogspot.com/feeds/7903398060220454046/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2084054145649044728&amp;postID=7903398060220454046' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2084054145649044728/posts/default/7903398060220454046'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2084054145649044728/posts/default/7903398060220454046'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://palavrasemcontexto.blogspot.com/2011/10/polemica-ou-ignorancia.html' title='Polêmica ou ignorância?'/><author><name>blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2084054145649044728.post-1150670448725641264</id><published>2011-09-02T23:17:00.000-07:00</published><updated>2011-10-02T23:23:51.583-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='marcos bagno'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='para ler'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gramática'/><title type='text'>EU VI ELE, SIM, E DAÍ?!</title><content type='html'>Marcos Bagno&lt;br /&gt;Professor Doutor da UnB&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pouco tempo atrás, comemorei nesta coluna a publicação da Gramática do Português Brasileiro, de Mário Perini. Agora é de toda justiça celebrar também o recente lançamento da Nova Gramática do Português Brasileiro, de Ataliba T. de Castilho, reconhecido internacionalmente como um dos mais importantes linguistas brasileiros contemporâneos. Além disso, também é preciso dizer que já em 2008 tinha saído a Gramática Houaiss da Língua Portuguesa, de autoria de José Carlos de Azeredo, inovadora sob muitos aspectos. O que caracteriza essas obras gramaticais é sua opção explícita pela descrição do português brasileiro vivo contemporâneo tal como ele realmente é e, sobretudo, a recusa de usar a escrita literária “clássica” como único material de estudo. Quase cem anos depois do surgimento da ciência linguística moderna, que provou que é necessário priorizar a língua falada para o conhecimento do real funcionamento de qualquer idioma humano, somente agora vêm à luz compêndios gramaticais abrangentes que procuram explicar o que é, de fato, a língua majoritária dos brasileiros, sem contrastar os usos “populares” (haja preconceito!) ou “coloquiais” (odeio essa palavra!) à “escrita literária” tomada sempre como “exemplar”. Como é que se faz isso? Vamos ver.&lt;br /&gt;O pronome “ele” é usado como objeto direto (“vi ele”) no português há mais de mil anos: basta ler os textos medievais. Em dado momento da história de sua língua, os portugueses abandonaram esse uso (nenhuma surpresa, já que as línguas mudam sem parar). Ele, porém, continuou vivo e atuante no português brasileiro e africano. No entanto, só porque os portugueses não dizem “vi ele”, esse uso sempre foi tido como “errado”, como se o “certo” fosse sempre apenas o que os 10 milhões de lusitanos falam, em detrimento dos outros 200 milhões de falantes da língua mundo afora! Pois bem, na gramática de Perini, sem nenhum rodeio, encontramos o seguinte: “Alguns pronomes só têm uma forma, que vale para todas as funções. É o caso de ele, ela e seus plurais, que não variam formalmente quando em funções diferentes: Eu chamei ele para ajudar na cozinha; Ela passou no exame da OAB; De repente eu vi eles chegando de táxi.” Já na obra de Castilho temos: “O pronome ele pode funcionar (i) como objeto direto: Maria viu ela; (ii) redobrar uma construção de tópico: A Maria, ela ainda não chegou […]”.&lt;br /&gt;Essas descrições são claras, objetivas, realistas, não lançam juízos de valor sobre os usos da língua: dizem como ela é. Muito diferente de um famoso dicionário que diz que o uso de “ele” como objeto é coisa de “pessoas incultas” ou “cultas descuidadas” ou de uma gramática de filólogo renomado que diz que esse uso, embora “tenha raízes antigas no idioma […] deve ser hoje evitado”, isso depois de atribuir o uso à “fala vulgar”.&lt;br /&gt;Não tem mais cabimento continuar a analisar a língua e, pior, a ensiná-la como se ela não fosse o que é: um universo heterogêno, multifacetado, variável e mutante, com vínculos indissociáveis com a complexidade social e cultural. Temos que abandonar o medo de encarar a língua como um fenômeno complexo e, mais ainda, a tentativa de construir um modelo idealizado e inalcançável de utopia linguística, jogando todos os outros incontáveis e importantes usos na lata de lixo do “erro”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2084054145649044728-1150670448725641264?l=palavrasemcontexto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://marcosbagno.com.br/site/?page_id=630' title='EU VI ELE, SIM, E DAÍ?!'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://palavrasemcontexto.blogspot.com/feeds/1150670448725641264/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2084054145649044728&amp;postID=1150670448725641264' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2084054145649044728/posts/default/1150670448725641264'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2084054145649044728/posts/default/1150670448725641264'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://palavrasemcontexto.blogspot.com/2011/09/eu-vi-ele-sim-e-dai-marcos-bagno.html' title='EU VI ELE, SIM, E DAÍ?!'/><author><name>blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2084054145649044728.post-99013698653506655</id><published>2011-05-03T20:31:00.000-07:00</published><updated>2011-10-02T23:14:05.457-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='poesia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Octavio Paz'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='poemas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='para ler'/><title type='text'>Antes do começo</title><content type='html'>Ruídos confusos, claridade incerta.&lt;br /&gt;Outro dia começa.&lt;br /&gt;Um quarto em penumbra&lt;br /&gt;e dois corpos estendidos.&lt;br /&gt;Em minha fronte me perco&lt;br /&gt;numa planície vazia.&lt;br /&gt;E as horas afiam suas navalhas.&lt;br /&gt;Mas a meu lado tu respiras;&lt;br /&gt;íntima e longínqua&lt;br /&gt;fluis e não te moves.&lt;br /&gt;Inacessível se te penso,&lt;br /&gt;com os olhos te apalpo,&lt;br /&gt;te vejo com as mãos.&lt;br /&gt;Os sonhos nos separam&lt;br /&gt;e o sangue nos reúne:&lt;br /&gt;Somos um rio que pulsa.&lt;br /&gt;Sob tuas pálpebras amadurece&lt;br /&gt;a semente do sol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mundo&lt;br /&gt;No entanto, não é real,&lt;br /&gt;o tempo duvida:&lt;br /&gt;Só uma coisa é certa,&lt;br /&gt;o calor da tua pele.&lt;br /&gt;Em tua respiração escuto&lt;br /&gt;as marés do ser,&lt;br /&gt;a sílaba esquecida do Começo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Octavio Paz&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2084054145649044728-99013698653506655?l=palavrasemcontexto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://palavrasemcontexto.blogspot.com/feeds/99013698653506655/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2084054145649044728&amp;postID=99013698653506655' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2084054145649044728/posts/default/99013698653506655'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2084054145649044728/posts/default/99013698653506655'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://palavrasemcontexto.blogspot.com/2008/10/antes-do-comeo.html' title='Antes do começo'/><author><name>blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2084054145649044728.post-5285773576501045816</id><published>2011-03-17T20:27:00.000-07:00</published><updated>2011-10-02T23:10:25.819-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>Sinfonia de Blogs</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Música erudita gratuita ganha espaço na web com a difusão de páginas ambiciosas, temáticas e com discurso antipirataria&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;IRINEU FRANCO PERPETUO&lt;br /&gt;COLABORAÇÃO PARA A FOLHA &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Depois do YouTube, das rádios via web e das redes de compartilhamento peer-to-peer, agora a blogosfera também está sendo usada como meio de difusão gratuita de música erudita.&lt;br /&gt;Blogueiros de todo o planeta estão compartilhando suas coleções de discos, colocando-as para download. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Não é preciso ser um expert para conseguir baixar os CDs -basta clicar no link para download, que remete a um servidor no qual os discos estão armazenados. A única dificuldade é que eles normalmente chegam em formato .rar, compactado. Para descompactá-los, é só baixar o 7-zip, um programa gratuito, desenvolvido como software livre, mas que roda em Windows, e que pode ser obtido em &lt;a href="http://www.7-zip.org/" rel="nofollow" target="_blank"&gt;http://www.7-zip.org/&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Um dos mais ambiciosos blogs nesta área se chama, sugestivamente, Libros Libres Música Libre (&lt;a href="http://libroslibresmusicalibre.blogspot.com/" rel="nofollow" target="_blank"&gt;libroslibresmusicalibre.blogspot.com&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;Gerenciado por um coletivo que reverencia a memória do educador mexicano Rubén Vizcaíno Valencia, o blog disponibiliza para download gratuito as obras completas de Bach e Beethoven, integrais sinfônicas de Mahler, Bruckner, Tchaikovski e Nielsen, a música de câmara de Brahms e todo o legado fonográfico da soprano Maria Callas, entre outras preciosidades. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Há blogs que se centram em áreas de interesse temático. O italiano Brainle de Champaigne (&lt;a href="http://passacaille.blogspot.com/" rel="nofollow" target="_blank"&gt;passacaille.blogspot.com&lt;/a&gt;), por exemplo, traz vasto acervo de música medieval, renascentista e barroca, enquanto o argentino Il Canto Sospeso (&lt;a href="http://ilcantosospeso.blogspot.com/" rel="nofollow" target="_blank"&gt;ilcantosospeso.blogspot.com&lt;/a&gt;) está centrado na música dos séculos 20 e 21. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;No Brasil, vale especial menção PQP Bach (&lt;a href="http://pqpbach.opensadorselvagem.org/" rel="nofollow" target="_blank"&gt;pqpbach.opensadorselvagem.org&lt;/a&gt;), um blog bem-humorado, com diversos colaboradores, textos sobre compositores e intérpretes e oferta bastante diversificada; e o Brazilian Concert Music (&lt;a href="http://musicabrconcerto.blogspot.com/" rel="nofollow" target="_blank"&gt;musicabrconcerto.blogspot.com&lt;/a&gt;), exclusivamente focado na música erudita de autores nacionais, levando ao ar muitos discos que não foram lançados comercialmente e até itens que jamais mereceram edição em CD.&lt;br /&gt;"Caráter cultural" &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Todos esses blogs dizem não promover a pirataria, pois não cobram pelo acesso aos discos. Com algumas variações, suas páginas de entrada costumam dizer mais ou menos a mesma coisa: que o caráter dos blogs é meramente cultural e de divulgação; e que, tendo gostado do que baixaram, os internautas devem sempre comprar os CDs originais, cuja qualidade de áudio é superior à dos downloads. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Blogs como PQP Bach e Music Is the Key (&lt;a href="http://orchestralworks.blogspot.com/" rel="nofollow" target="_blank"&gt;orchestralworks.blogspot.com&lt;/a&gt;) colocam, ao lado da opção para download gratuito, um link para a compra do CD na loja virtual Amazon. E a página de entrada do Brazilian Concert Music pede a quem se sentir ofendido ou prejudicado com o conteúdo de alguma postagem que avise por e-mail os administradores do blog, que se comprometem a tirá-la do ar. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Não é impossível que na origem de tal precaução esteja o destino do Sombarato, blog especializado em música popular brasileira, com um acervo superior a 2.000 títulos, que teve mais de milhões de acessos em um ano e meio, antes de ser tirado do ar, em setembro do ano passado, pelo Google, devido a ação judicial da gravadora Biscoito Fino. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;A base jurídica para tirar o blog do ar foi o Digital Millennium Copyright Act (DMCA), aprovado em 1998, nos Estados Unidos. Entre outras medidas, o DMCA permite que detentores de direitos autorais solicitem aos provedores de serviços on-line que bloqueiem o acesso ou retirem de seus sistemas conteúdos que violem direitos autorais. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class="EC_moz-txt-link-freetext" href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq0601200908.htm" rel="nofollow" target="_blank"&gt;http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq0601200908.htm&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2084054145649044728-5285773576501045816?l=palavrasemcontexto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://palavrasemcontexto.blogspot.com/feeds/5285773576501045816/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2084054145649044728&amp;postID=5285773576501045816' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2084054145649044728/posts/default/5285773576501045816'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2084054145649044728/posts/default/5285773576501045816'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://palavrasemcontexto.blogspot.com/2009/03/sinfonia-de-blogs.html' title='Sinfonia de Blogs'/><author><name>blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2084054145649044728.post-5877865939782934477</id><published>2010-12-10T20:30:00.000-08:00</published><updated>2011-10-02T23:12:59.904-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='poesia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vinícius de Morais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='poemas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='para ler'/><title type='text'>A medida do abismo</title><content type='html'>Não é o grito&lt;br /&gt;A medida do abismo?&lt;br /&gt;Por isso eu grito&lt;br /&gt;Sempre que cismo&lt;br /&gt;Sobre tua vida&lt;br /&gt;Tão louca e errada...&lt;br /&gt;- Que grito inútil!&lt;br /&gt;- Que imenso nada!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vinícius de Morais&lt;br /&gt;Para Viver Um Grande Amor&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2084054145649044728-5877865939782934477?l=palavrasemcontexto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://palavrasemcontexto.blogspot.com/feeds/5877865939782934477/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2084054145649044728&amp;postID=5877865939782934477' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2084054145649044728/posts/default/5877865939782934477'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2084054145649044728/posts/default/5877865939782934477'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://palavrasemcontexto.blogspot.com/2008/10/medida-do-abismo.html' title='A medida do abismo'/><author><name>blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2084054145649044728.post-2454939095983281936</id><published>2010-10-08T20:28:00.000-07:00</published><updated>2011-10-02T23:12:23.982-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='período composto'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='análise sintática'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gramática'/><title type='text'>Período Composto por Subordinação</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Caros alunos, se vocês já souberem fazer análise sintática e, portanto, identificar um sujeito, um verbo e seus complementos além dos adjuntos, analisar o período composto será muito fácil analisar períodos compostos.&lt;br /&gt;Percebam que os nomes dados às orações subordinadas substantivas indicam a função sintática exercida pela oração. Assim, se a oração principal tiver um sujeito e um verbo, provavelmente a oração subordinada será objetiva e assim por diante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A uma oração principal podem relacionar-se sintaticamente três tipos de orações subordinadas:&lt;br /&gt;- substantivas&lt;br /&gt;- adjetivas&lt;br /&gt;- adverbiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I. Orações Subordinadas Substantivas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para reconhecer as orações substantivas, há um truqe que pode ajudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos trocar a oração substantiva por pronomes demonstrativos: isso, disso, esse, desse, essa, dessa. Por quê? Ora, trata-se de uma oração substantiva, não? Portanto, pode ser substiuída por um pronome. Aliás, qual é mesmo a função do pronome?&lt;br /&gt;São seis as orações subordinadas substantivas, que são iniciadas por uma conjunção subordinativa integrante (que, se):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) Subjetiva: funciona como sujeito da oração principal.&lt;br /&gt;Existem três estruturas de oração principal que se usam com subordinada substantiva subjetiva:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;verbo de ligação + predicativo + oração subordinada substantiva subjetiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ex. É necessário que façamos nossos deveres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;verbo impessoal + oração subordinada substantiva subjetiva.&lt;br /&gt;Verbo impessoal só é usado na 3ª pessoa do singular; os mais comuns são convir, constar, parecer, importar, interessar, suceder, acontecer.&lt;br /&gt;Ex. Convém que façamos nossos deveres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;verbo na voz passiva + oração subordinada substantiva subjetiva.&lt;br /&gt;Ex. Foi afirmado que você subornou o guarda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B) Objetiva Direta: funciona como objeto direto da oração principal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(sujeito) + VTD + oração subordinada substantiva objetiva direta.&lt;br /&gt;Ex. Todos desejamos que seu futuro seja brilhante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C) Objetiva Indireta: funciona como objeto indireto da oração principal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(sujeito) + VTI + prep. + oração subordinada substantiva objetiva indireta.&lt;br /&gt;Ex. Lembro-me de que tu me amavas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;D) Completiva Nominal: funciona como complemento nominal de um termo da oração principal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(sujeito) + verbo + termo intransitivo + prep. + oração subordinada substantiva completiva nominal.&lt;br /&gt;Ex. Tenho necessidade de que me elogiem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E) Apositiva: funciona como aposto da oração principal; em geral, a oração subordinada substantiva apositiva vem após dois pontos, ou mais raramente, entre vírgulas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;oração principal + : + oração subordinada substantiva apositiva.&lt;br /&gt;Ex. Todos querem o mesmo destino: que atinjamos a felicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;F) Predicativa: funciona como predicativo do sujeito do verbo de ligação da oração principal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(sujeito) + VL + oração subordinada substantiva predicativa.&lt;br /&gt;Ex. A verdade é que nunca nos satisfazemos com nossas posses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota: Embora as subordinadas substantivas sejam geralmente introduzidas pelas conjunções integrantes “que” e “se”, elas podem vir introduzidas por outras palavras:&lt;br /&gt;Pronomes interrogativos (quem, que, qual...)&lt;br /&gt;Advérbios interrogativos (onde, como, quando...)&lt;br /&gt;Perguntou-se quando ele chegaria.&lt;br /&gt;Não sei onde coloquei minha carteira.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2084054145649044728-2454939095983281936?l=palavrasemcontexto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://palavrasemcontexto.blogspot.com/feeds/2454939095983281936/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2084054145649044728&amp;postID=2454939095983281936' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2084054145649044728/posts/default/2454939095983281936'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2084054145649044728/posts/default/2454939095983281936'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://palavrasemcontexto.blogspot.com/2008/10/perodo-composto-por-subordinao.html' title='Período Composto por Subordinação'/><author><name>blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2084054145649044728.post-8965296285118743157</id><published>2009-03-16T18:54:00.000-07:00</published><updated>2009-03-17T20:10:16.542-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='poesia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Octavio Paz'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='para ler'/><title type='text'>Poesia e erotismo</title><content type='html'>&lt;em&gt;La relación entre erotismo y poesía es tal que puede decirse, sin afectación, que el primero es uma poética corporal y la segunda es una erótica verbal.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estou lendo um livro de um homem mexicano que eu adoro: Octavio Paz. Disse homem porque caracterizá-lo como poeta, filósofo e crítico seria reduzi-lo a isso que todos se pretendem ser. Octavio Paz é homem.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Meu primeiro contato com ele foi já na faculdade, com um livro chamado &lt;em&gt;Signos em rotação&lt;/em&gt;, cujos capítulos de leitura obrigatórios eram "Verso e Prosa" e "A imagem". Li centenas de capítulos de livro com os mesmo títulos, de Antonio Cândido aos Formalistas Russos. Mas nenhum me encantou como Paz. Sua escrita era doce, poética e densa demais para quem falaria apanas em verso, prosa e imagem. Nada técnica: inteligente, não tecnicista.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma das frases que mais me marcaram quando li o capítilo sobre imagem foi:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;"A imagem é cifra da condição humana".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não sei o motivo, mas essa frase me fez perceber a arte e a estética de forma diferente. Acho mesmo é que eu não precisaria ter lido mais nada sobre imagem se tivesse lido antes essa frase. Ela resume de maneira óbvia a importância da imagem na poesia. Por causa dela, em quase todos os meus trabalhos eu falo sobre a força imagética de determinado poema. E meu namorado detesta quando uso o termo imagético. Mas é o máximo que consigo...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Voltando, o livro que estou lendo chama-se &lt;em&gt;La llama double: amor y erotismo&lt;/em&gt;. Há uma tradução para o português, &lt;em&gt;A dupla chama: amor e erotismo&lt;/em&gt; e há um exemplar na fflch, mas ele nunca estava lá para mim. Queria tê-lo pedido no primeiro amigo secreto de que participei, mas o pobre está esgotado. Minha única opção foi vasculhar as obras completas dele na biblioteca e xerocar a versão original.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tanto melhor. Assim parace que o nosso papo é imediato. Sem mediação de ninguém para me dizer como eu deveria entender aquela passagem, ainda mais agora que tradutor ganhou fama de co-autor. U-lá-lá.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O livro, que demorou a ser escrito, fala sobre o amor e uma conexão íntima entre os três domínios: sexo, erotismo e amor. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;En 1960 escrbí medio centenar de páginas sobre Sade, en las que procuré trazar las fronteras entre la sexualidad animal, el erotismo humano y el dominio más restringido del amor.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quem já leu Sade, sabe bem do que ele está falando.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A idéia central é de que o sexo é um ato meramente reprodutivo e típico do universo animal enquanto o erotismo é um ritual que subverte o que o sexo tem de primitivo e animalesco. Daí, ele deve partir para o amor, mas ainda não cheguei lá:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;No es extraña la confusión: sexo, erotismo y amor son aspectos del mismo fenómeno, manifestaciones de lo que llamamos vida. El mas antigo de les tres, el más amplio y básico, es el sexo. Es la fuente primordial. El erotismo y amor son formas derivadas del instinto sexual: cristalizaciones, sublimaciones, perversiones y condesaciones que transformam a la sexualidad y la vuelven, muchas veces, incogniscible. Como en el caso de los círculos concéntricos, el sexo es el centro y el pivote de esta geometría pasional.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lindo, não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas eu dei essa volta toda para mostrar o que na verdade está no ínício do livro. Paz compara os desdobramentos do amor aos desdobramentos da linguagem, e é de chorar quando ele diz : "No me propongo detenerme en las afinidades entre la poesía y el erotismo." &lt;/div&gt;A comparação que ele faz é genial:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;La poesia pone entre parêntesis a la comunicación como el erotismo a la reproducción.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para terminar, vou colocar aqui dois trechos do livro em que Octavio Paz fala sobre a poesia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Para mi, la poesía y el pensamiento son un sistema de vasos comunicantes. La fuente de ambos es mi vida: escribo sobe lo que he vivido y vivo. Vivir es también pensar ym a veces, atravesar esa frontera en la que sentir y pensar se funden: la poesía.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;La realidad sensible siempre ha sido para mí una fuente de sorpresas. También de evidencias. En um lejano artículo de 1940 alusí a la poesía como “el testimonio de los sentidos”. Testimonio verídicvo: sus imágenes son palpables, visibles y audibles. (...) Rimbaud diji:&lt;/em&gt; Et j’ai vu quelques fois ce que l’homme a cru voir&lt;em&gt;. Fusion de &lt;/em&gt;ver&lt;em&gt; y &lt;/em&gt;creer&lt;em&gt;. En la conjunciós de estas dos palabras está el secreto de la poesía y de sus testimonios: quello que nos muestra el poema no lo vemos con nuestros ojos de carne sino con los del espíritu. La poesia nos hace tocar lo impalpable y escuchar la marea del silencio cubriendo un paisaje devastado por el insomnio. El testimonio poético nos revela otro mundo dentro de este mundo, el mundo otro que es este mundo.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, claro, não poderia faltar a explicação que o próprio autor dá ao título do livro. E duvido que com ela alguém seja capaz de negar sua leitura:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Según el &lt;/em&gt;Diccionario de autoridades&lt;em&gt; la llama es "la parte más sutil del fuego, que se eleva y levanta a lo alto en figura piramidal". El fuego original y primordial, la sexualidad, levanta la llama roja del erotismo y ésta, a su vez, sostiene y alza otra llama, azul y trémula: la del amor. Erotismo y amor: la llama doble de la vida.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;(prefácio de 1993)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E vai tanbém um poema que uma aluna, a Coisinha, achou dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Silencio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Así como del fondo de la música&lt;br /&gt;brota una nota&lt;br /&gt;que mientras vibra crece y se adelgaza&lt;br /&gt;hasta que en otra música enmudece,&lt;br /&gt;brota del fondo del silencio&lt;br /&gt;otro silencio, aguda torre, espada,&lt;br /&gt;y sube y crece y nos suspende&lt;br /&gt;y mientras sube caen&lt;br /&gt;recuerdos, esperanzas,&lt;br /&gt;las pequeñas mentiras y las grandes,&lt;br /&gt;y queremos gritar y en la garganta&lt;br /&gt;se desvanece el grito:&lt;br /&gt;desembocamos al silencio&lt;br /&gt;en donde los silencios enmudecen.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.poemas-del-alma.com/octavio-paz.htm"&gt;http://www.poemas-del-alma.com/octavio-paz.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Paz, Octavio&lt;/strong&gt;. La llama doble: amor y erotismo. &lt;em&gt;In: Ideas y vislumbres II - usos y símbolos&lt;/em&gt;. Edición del autor. Fondo de Cultura Económica. 2ª ed.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2084054145649044728-8965296285118743157?l=palavrasemcontexto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://palavrasemcontexto.blogspot.com/feeds/8965296285118743157/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2084054145649044728&amp;postID=8965296285118743157' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2084054145649044728/posts/default/8965296285118743157'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2084054145649044728/posts/default/8965296285118743157'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://palavrasemcontexto.blogspot.com/2009/02/poesia-e-erotismo.html' title='Poesia e erotismo'/><author><name>blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2084054145649044728.post-2819873124737260072</id><published>2009-02-25T20:18:00.000-08:00</published><updated>2009-02-25T20:21:22.518-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='poesia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='poemas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='para ler'/><title type='text'>Orfeu, Eurídice, Hermes</title><content type='html'>Eram as minas ásperas das almas.&lt;br /&gt;Como veios de prata caminhavam&lt;br /&gt;silentes pela treva. Das raízes&lt;br /&gt;brotava o sangue que parece aos vivos,&lt;br /&gt;na treva, duro como pórfiro. Depois&lt;br /&gt;nada mais foi vermelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somente rochas,&lt;br /&gt;bosques imateriais. Pontes sobre o vazio&lt;br /&gt;e o lago imenso, cinza, cego,&lt;br /&gt;que sobre o fundo jaz, distante, como&lt;br /&gt;um céu de chuva sobre uma paisagem.&lt;br /&gt;Por entre os prados, suave, em plena calma,&lt;br /&gt;deitado, como longa veia branca,&lt;br /&gt;via-se o risco pálido da estrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta única via vinham eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À frente o homem com o manto azul,&lt;br /&gt;esguio, olhar em alvo, mudo, inquieto.&lt;br /&gt;Sem mastigar, seu passo devorava a estrada&lt;br /&gt;em grandes tragos; suas mãos pendiam&lt;br /&gt;rígidas, graves, das dobras das vestes&lt;br /&gt;e não sabiam mais da leve lira&lt;br /&gt;que brotava da ilharga como um feixe&lt;br /&gt;de rosas dentre ramos de oliveira.&lt;br /&gt;seus sentidos estavam em discórdia:&lt;br /&gt;o olhar corria adiante como um cão,&lt;br /&gt;voltava presto, e logo andava longe,&lt;br /&gt;parando, alerta, na primeira curva,&lt;br /&gt;mas o ouvido estacava como um faro.&lt;br /&gt;Às vezes parecia-lhe sentir&lt;br /&gt;a lenta caminhada dos dois outros&lt;br /&gt;que o acompanhavam pela mesma senda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas só restava o eco dos seus passos&lt;br /&gt;a subir e do vento no seu manto.&lt;br /&gt;A si mesmo dizia que eles vinham.&lt;br /&gt;Gritava, ouvindo a voz esmorecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles vinham, os dois, vinham atrás,&lt;br /&gt;em tardo caminhar. Se ele pudesse&lt;br /&gt;voltar-se uma só vez (se contemplá-los&lt;br /&gt;não fosse o fim de todo o empreendimento&lt;br /&gt;nunca antes intentado) então veria&lt;br /&gt;as duas sombras a seguir, silentes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o deus das longas rotas e mensagens,&lt;br /&gt;o capacete sobre os olhos claros,&lt;br /&gt;o fino caduceu diante do corpo,&lt;br /&gt;um palpitar de asas junto aos pés&lt;br /&gt;e, confiada à mão esquerda: ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mais amada, essa por quem a lira&lt;br /&gt;chorou mais que o chorar das carpideiras,&lt;br /&gt;por quem se ergueu um mundo de chorar,&lt;br /&gt;um mundo com florestas e com vales,&lt;br /&gt;estradas, povos, campos, rios, feras;&lt;br /&gt;um mundo-pranto tendo como o outro&lt;br /&gt;um sol e um céu calado com seus astros,&lt;br /&gt;um céu-pranto de estrelas desconformes -&lt;br /&gt;a mais amada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ia guiada pela mão do deus,&lt;br /&gt;o andar tolhido pelas longas vestes,&lt;br /&gt;ncerto, tímido, sem pressa .&lt;br /&gt;Ia dentro de si, como esperança,&lt;br /&gt;e não pensava no homem que ia à frente,&lt;br /&gt;nem no caminho que subia aos vivos.&lt;br /&gt;Ia dentro de si. E o dom da morte&lt;br /&gt;dava-lhe plenitude.&lt;br /&gt;Como um fruto em doçura e escuridão,&lt;br /&gt;estava plena em sua grande morte,&lt;br /&gt;tão nova que não tinha entendimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrar em uma nova adolescência&lt;br /&gt;inviolada. Seu sexo se fechava&lt;br /&gt;como flor em botão ao entardecer&lt;br /&gt;e suas mãos estavam tão distantes&lt;br /&gt;de enlaçar outro ser que mesmo o toque&lt;br /&gt;levíssimo do guia, o deus ligeiro,&lt;br /&gt;a magoava por nímia intimidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não era mais a jovem resplendente&lt;br /&gt;que ecoava nos cantos do poeta,&lt;br /&gt;nem o aroma do leito do casal&lt;br /&gt;nem ilha e propriedade de um só homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava solta como os seus cabelos,&lt;br /&gt;liberta como a chuva quando cai,&lt;br /&gt;exposta como farta provisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora era raiz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quando enfim o deus&lt;br /&gt;a deteve e, com voz cheia de dor,&lt;br /&gt;disse as palavras: “Ele se voltou.” -&lt;br /&gt;ela não compreendeu e disse: “Quem?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas pouco além, sombrio, frente à clara&lt;br /&gt;saída, se postava alguém, o rosto já não reconhecível. Esse viu&lt;br /&gt;em meio ao risco branco do caminho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o deus das rotas, com olhar tristonho,&lt;br /&gt;volver-se, mudo, e acompanhar o vulto&lt;br /&gt;que retornava pela mesma via,&lt;br /&gt;o andar tolhido pelas longas vestes,&lt;br /&gt;incerto, tímido, sem pressa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Rilke – Poesia-CoisaTradução: Augusto de Campos&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2084054145649044728-2819873124737260072?l=palavrasemcontexto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://palavrasemcontexto.blogspot.com/feeds/2819873124737260072/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2084054145649044728&amp;postID=2819873124737260072' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2084054145649044728/posts/default/2819873124737260072'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2084054145649044728/posts/default/2819873124737260072'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://palavrasemcontexto.blogspot.com/2009/02/orfeu-euridice-hermes.html' title='Orfeu, Eurídice, Hermes'/><author><name>blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2084054145649044728.post-5654955929199135090</id><published>2009-01-08T08:30:00.000-08:00</published><updated>2009-01-08T08:35:19.541-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>Sinfonia de Blogs</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Música erudita gratuita ganha espaço na web com a difusão de páginas ambiciosas, temáticas e com discurso antipirataria&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;IRINEU FRANCO PERPETUO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;COLABORAÇÃO PARA A FOLHA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Depois do YouTube, das rádios via web e das redes de compartilhamento peer-to-peer, agora a blogosfera também está sendo usada como meio de difusão gratuita de música erudita. Blogueiros de todo o planeta estão compartilhando suas coleções de discos, colocando-as para download.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não é preciso ser um expert para conseguir baixar os CDs -basta clicar no link para download, que remete a um servidor no qual os discos estão armazenados. A única dificuldade é que eles normalmente chegam em formato .rar, compactado. Para descompactá-los, é só baixar o 7-zip, um programa gratuito, desenvolvido como software livre, mas que roda em Windows, e que pode ser obtido em &lt;a href="http://www.7-zip.org/" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.7-zip.org/&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um dos mais ambiciosos blogs nesta área se chama, sugestivamente, Libros Libres Música Libre (&lt;a href="http://libroslibresmusicalibre.blogspot.com/" target="_blank" rel="nofollow"&gt;libroslibresmusicalibre.blogspot.com&lt;/a&gt;).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Gerenciado por um coletivo que reverencia a memória do educador mexicano Rubén Vizcaíno Valencia, o blog disponibiliza para download gratuito as obras completas de Bach e Beethoven, integrais sinfônicas de Mahler, Bruckner, Tchaikovski e Nielsen, a música de câmara de Brahms e todo o legado fonográfico da soprano Maria Callas, entre outras preciosidades.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há blogs que se centram em áreas de interesse temático. O italiano Brainle de Champaigne (&lt;a href="http://passacaille.blogspot.com/" target="_blank" rel="nofollow"&gt;passacaille.blogspot.com&lt;/a&gt;), por exemplo, traz vasto acervo de música medieval, renascentista e barroca, enquanto o argentino Il Canto Sospeso (&lt;a href="http://ilcantosospeso.blogspot.com/" target="_blank" rel="nofollow"&gt;ilcantosospeso.blogspot.com&lt;/a&gt;) está centrado na música dos séculos 20 e 21.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;No Brasil, vale especial menção PQP Bach (&lt;a href="http://pqpbach.opensadorselvagem.org/" target="_blank" rel="nofollow"&gt;pqpbach.opensadorselvagem.org&lt;/a&gt;), um blog bem-humorado, com diversos colaboradores, textos sobre compositores e intérpretes e oferta bastante diversificada; e o Brazilian Concert Music (&lt;a href="http://musicabrconcerto.blogspot.com/" target="_blank" rel="nofollow"&gt;musicabrconcerto.blogspot.com&lt;/a&gt;), exclusivamente focado na música erudita de autores nacionais, levando ao ar muitos discos que não foram lançados comercialmente e até itens que jamais mereceram edição em CD.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"Caráter cultural"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Todos esses blogs dizem não promover a pirataria, pois não cobram pelo acesso aos discos. Com algumas variações, suas páginas de entrada costumam dizer mais ou menos a mesma coisa: que o caráter dos blogs é meramente cultural e de divulgação; e que, tendo gostado do que baixaram, os internautas devem sempre comprar os CDs originais, cuja qualidade de áudio é superior à dos downloads.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Blogs como PQP Bach e Music Is the Key (&lt;a href="http://orchestralworks.blogspot.com/" target="_blank" rel="nofollow"&gt;orchestralworks.blogspot.com&lt;/a&gt;) colocam, ao lado da opção para download gratuito, um link para a compra do CD na loja virtual Amazon (&lt;a href="http://www.amazon.com/" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www.amazon.com/&lt;/a&gt;). E a página de entrada do Brazilian Concert Music pede a quem se sentir ofendido ou prejudicado com o conteúdo de alguma postagem que avise por e-mail os administradores do blog, que se comprometem a tirá-la do ar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não é impossível que na origem de tal precaução esteja o destino do Sombarato, blog especializado em música popular brasileira, com um acervo superior a 2.000 títulos, que teve mais de milhões de acessos em um ano e meio, antes de ser tirado do ar, em setembro do ano passado, pelo Google, devido a ação judicial da gravadora Biscoito Fino.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A base jurídica para tirar o blog do ar foi o Digital Millennium Copyright Act (DMCA), aprovado em 1998, nos Estados Unidos. Entre outras medidas, o DMCA permite que detentores de direitos autorais solicitem aos provedores de serviços on-line que bloqueiem o acesso ou retirem de seus sistemas conteúdos que violem direitos autorais.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a class="EC_moz-txt-link-freetext" href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq0601200908.htm" target="_blank" rel="nofollow"&gt;http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq0601200908.htm&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2084054145649044728-5654955929199135090?l=palavrasemcontexto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://palavrasemcontexto.blogspot.com/feeds/5654955929199135090/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2084054145649044728&amp;postID=5654955929199135090' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2084054145649044728/posts/default/5654955929199135090'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2084054145649044728/posts/default/5654955929199135090'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://palavrasemcontexto.blogspot.com/2009/01/sinfonia-de-blogs.html' title='Sinfonia de Blogs'/><author><name>blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2084054145649044728.post-104024946376089935</id><published>2008-11-04T06:53:00.001-08:00</published><updated>2008-11-04T06:56:20.162-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aulas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='análise sintática'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gramática'/><title type='text'>Adjunto adnominal</title><content type='html'>Artigos, adjetivos e pronomes, na análise sintática&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Da Página 3 Pedagogia &amp;amp; Comunicação&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em &lt;a href="http://educacao.uol.com.br/portugues/ult1693u46.jhtm"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;sintaxe&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;, os &lt;/span&gt;&lt;a href="http://educacao.uol.com.br/portugues/ult1693u3.jhtm"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;artigos, pronomes&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; e &lt;/span&gt;&lt;a href="http://educacao.uol.com.br/portugues/ult1693u3.jhtm"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;adjetivos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; que modificam um &lt;/span&gt;&lt;a href="http://educacao.uol.com.br/portugues/ult1693u61.jhtm"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;substantivo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; são chamados de adjuntos adnominais. Entenda para que eles servem e como funcionam. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;Observe a primeira estrofre do &lt;/span&gt;&lt;a href="http://educacao.uol.com.br/datas-comemorativas/ult1688u8.jhtm"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Hino Nacional&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_rw-hgS3IFAs/SRBiBqP3VhI/AAAAAAAAACY/08JlVtjywXo/s1600-h/advadn1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5264815745056331282" style="WIDTH: 296px; CURSOR: hand; HEIGHT: 127px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_rw-hgS3IFAs/SRBiBqP3VhI/AAAAAAAAACY/08JlVtjywXo/s320/advadn1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;A letra fica tão interessante porque muitos &lt;/span&gt;&lt;a href="http://educacao.uol.com.br/portugues/ult1693u3.jhtm"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;substantivos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; vêm cercados por adjetivos. Vamos observar alguns:&lt;br /&gt;as margens &lt;/span&gt;&lt;a href="http://houaiss.uol.com.br/busca.jhtm?verbete=pl%E1cido&amp;amp;stype=k"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;plácidas&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;um povo heróico &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;o &lt;/span&gt;&lt;a href="http://houaiss.uol.com.br/busca.jhtm?verbete=brado&amp;amp;stype=k"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;brado&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://houaiss.uol.com.br/busca.jhtm?verbete=retumbante&amp;amp;stype=k"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;retumbante&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;o sol da Liberdade &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;raios &lt;/span&gt;&lt;a href="http://houaiss.uol.com.br/busca.jhtm?verbete=f%FAlgido&amp;amp;stype=k"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;fúlgidos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Podemos verificar que os substantivos margens, povo, brado, sol e raios aparecem especificados por adjetivos de grande impacto: plácidas, heróico, retumbante, fúlgidos, o que confere um tom grandioso e brilhante ao texto. Os substantivos também são especificados por artigos, como as, um e o. Podemos observar também o uso de uma locução adjetiva: da Liberdade. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Todos esses termos são chamados de adjuntos adnominais. São palavras que acompanham o núcleo do &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://educacao.uol.com.br/portugues/ult1693u38.jhtm"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;sujeito&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; ou do &lt;/span&gt;&lt;a href="http://educacao.uol.com.br/portugues/ult1693u44.jhtm"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;predicativo do sujeito&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; dando-lhes características, delimitando-os. São termos acessórios da oração, do ponto de vista da &lt;/span&gt;&lt;a href="http://educacao.uol.com.br/portugues/ult1693u46.jhtm"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;análise sintática&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Um substantivo pode vir acompanhado de vários adjuntos adnominais&lt;/span&gt;. Vamos ver mais um exemplo. Observe o verso seguinte. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Se em teu formoso céu, risonho e límpido&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nesse caso, o substantivo céu vem acompanhado do pronome teu e dos adjetivos formoso, risonho e límpido. Todos esses termos têm a função de adjunto adnominal. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Retirado do site &lt;a href="http://educacao.uol.com.br/portugues/ult1693u50.jhtm"&gt;UOL&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2084054145649044728-104024946376089935?l=palavrasemcontexto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://palavrasemcontexto.blogspot.com/feeds/104024946376089935/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2084054145649044728&amp;postID=104024946376089935' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2084054145649044728/posts/default/104024946376089935'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2084054145649044728/posts/default/104024946376089935'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://palavrasemcontexto.blogspot.com/2008/11/adjunto-adnominal.html' title='Adjunto adnominal'/><author><name>blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_rw-hgS3IFAs/SRBiBqP3VhI/AAAAAAAAACY/08JlVtjywXo/s72-c/advadn1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2084054145649044728.post-497189747592383761</id><published>2008-11-04T06:40:00.000-08:00</published><updated>2008-11-04T06:52:20.583-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aulas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='análise sintática'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gramática'/><title type='text'>Complemento Nominal</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Complemento nominal&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;São como objetos dos "não verbos"&lt;br /&gt;Da Página 3 Pedagogia &amp;amp; Comunicação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns nomes (substantivos e adjetivos) se comportam de maneira similar aos verbos transitivos. Não entendeu? Pois bem, você vai ver que esse conceito de &lt;a href="http://educacao.uol.com.br/portugues/ult1693u46.jhtm"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;análise sintática&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; não é tão difícil. Veja essas três orações: &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A comunidade aguarda a construção da estrada.&lt;br /&gt;O fechamento da fábrica causou grandes transtornos.&lt;br /&gt;O avião fez uma mudança de rota.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O que essas expressões têm em comum? A resposta é: o fato de trazerem um nome ligado a um complemento, que chamamos de complemento nominal. Veja o esquema:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Há certas palavras (substantivos, adjetivos e advérbios) que apresentam alguma transitividade, isto é, seu sentido fica incompleto sem um complemento. É o mesmo raciocínio dos verbos: "quem constrói, constrói algo"; "se há construção, há construção de algo". O complemento dessas palavras é o complemento nominal.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Outro esqueminha ajudará a entender: &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_rw-hgS3IFAs/SRBgHWixsTI/AAAAAAAAACA/LCquqTfTjzg/s1600-h/cnomi1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5264813643822903602" style="WIDTH: 336px; CURSOR: hand; HEIGHT: 170px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_rw-hgS3IFAs/SRBgHWixsTI/AAAAAAAAACA/LCquqTfTjzg/s320/cnomi1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Basta pensar um pouco e você vai verificar que o mesmo ocorre nos outros dois exemplos dados.&lt;br /&gt;Os verbos acima são transitivos diretos e pedem como complemento um objeto direto. Quando comparamos esses verbos com os substantivos, percebemos que os substantivos também pedem um complemento. O nome que se dá a essa função gramatical é complemento nominal. Podemos perceber assim que o complemento integra o sentido do substantivo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mas nem sempre os nomes que pedem complemento nominal estão ligados a um verbo. Há casos em que um substantivo abstrato demanda um complemento. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Veja os exemplos abaixo: &lt;/div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_rw-hgS3IFAs/SRBgt7DtOVI/AAAAAAAAACI/PsfdgYT_70s/s1600-h/complnom2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5264814306459728210" style="WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 153px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_rw-hgS3IFAs/SRBgt7DtOVI/AAAAAAAAACI/PsfdgYT_70s/s320/complnom2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Há também advérbios acompanhados de complemento nominal, como neste exemplo: &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_rw-hgS3IFAs/SRBg6OaOwQI/AAAAAAAAACQ/6nWGyoiqdlU/s1600-h/complnom3.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5264814517812904194" style="WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 129px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_rw-hgS3IFAs/SRBg6OaOwQI/AAAAAAAAACQ/6nWGyoiqdlU/s320/complnom3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Na lista abaixo, apresentamos vários exemplos de palavras acompanhadas de complemento nominal. Observe como a estrutura gramatical dessas expressões é bem parecida. Só para lembrar: o complemento nominal sempre é precedido de uma preposição (como a, de, com, em, por e outras). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nome e Complemento nominal&lt;br /&gt;sede de viver &lt;/div&gt;&lt;div&gt;ávido pelo dinheiro&lt;/div&gt;&lt;div&gt;alheio aos estudos &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;prejudicado pelos irmãos&lt;br /&gt;sorte no amor&lt;br /&gt;atração pelo desconhecido&lt;br /&gt;estada em Machu Pichu&lt;br /&gt;merecedor do Prêmio Nobel&lt;br /&gt;confiança na medicina&lt;br /&gt;contrário à pena de morte&lt;br /&gt;atenção ao cliente&lt;br /&gt;necessidade de dormir&lt;br /&gt;farto de ouvir bobeiras&lt;br /&gt;invenção do avião&lt;br /&gt;acima da lei&lt;br /&gt;capaz de voar&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Retirado do site &lt;a href="http://www.blogger.com/educacao.uol.com.br/portugues/ult1693u45.jhtm"&gt;UOL&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2084054145649044728-497189747592383761?l=palavrasemcontexto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://palavrasemcontexto.blogspot.com/feeds/497189747592383761/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2084054145649044728&amp;postID=497189747592383761' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2084054145649044728/posts/default/497189747592383761'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2084054145649044728/posts/default/497189747592383761'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://palavrasemcontexto.blogspot.com/2008/11/complemento-nominal.html' title='Complemento Nominal'/><author><name>blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_rw-hgS3IFAs/SRBgHWixsTI/AAAAAAAAACA/LCquqTfTjzg/s72-c/cnomi1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2084054145649044728.post-1035389009578582503</id><published>2008-10-19T20:09:00.000-07:00</published><updated>2008-10-19T20:27:52.054-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aulas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='análise sintática'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gramática'/><title type='text'>1ª Lista de exercícios  - Sintaxe</title><content type='html'>Queriam exercícios... Aí vai então a primeira bateria. Mas, por gentileza, façam o favor de ler os textos que foram publicados nesse blog. Eu não perco meu tempo publicando-os apenas por diversão nem para deixar esse bloguezinho mais galante. Garanto que eles são muito mais importantes para a formação de vocês do que 20 ou quarenta exercícios de gramática, certo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Nos períodos abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) identifique e classifique o sujeito;&lt;br /&gt;b) identifique e classifique o verbo;&lt;br /&gt;c) verifique a ocorrência do predicativo e dos complementos verbais;&lt;br /&gt;d) identifique e classifique o predicado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. A cidade se enfeitou para receber o ilustre filho.&lt;br /&gt;2. A classe elegeu José deputado.&lt;br /&gt;3. A inflação persiste ameaçadora.&lt;br /&gt;4. A menina é estudiosa.&lt;br /&gt;5. A pequena garota sorria.&lt;br /&gt;6. A todos recomendamos precaução e paciência.&lt;br /&gt;7. A vida são tristezas e alegrias.&lt;br /&gt;8. Alguém bateu à porta.&lt;br /&gt;9. Alguém bateu a porta.&lt;br /&gt;10. Alguns alunos andam preocupados.&lt;br /&gt;11. Amanheceu radiante o dia de hoje.&lt;br /&gt;12. As meninas mesmas armarão a tenda.&lt;br /&gt;13. As pessoas pareciam preocupadas.&lt;br /&gt;14. As provas serão corrigidas pela banca examinadora.&lt;br /&gt;15. Chamaram-no de covarde.&lt;br /&gt;16. Cheira a churrasco aqui.&lt;br /&gt;17. Chove no vale.&lt;br /&gt;18. Cobiça e conflitos fazem parte do nosso cotidiano.&lt;br /&gt;19. Com o convite, fez-se importante.&lt;br /&gt;20. Contemple com atenção as obras de arte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faça com atenção a análise de todos os períodos acima. Compare uns aos outros e quebre a cabeça. Dúvidas serão resolvidas em sala de aula. Quem quiser gabarito, deixe um comentário e eu enviarei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bons estudos, queridíssimos!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2084054145649044728-1035389009578582503?l=palavrasemcontexto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://palavrasemcontexto.blogspot.com/feeds/1035389009578582503/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2084054145649044728&amp;postID=1035389009578582503' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2084054145649044728/posts/default/1035389009578582503'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2084054145649044728/posts/default/1035389009578582503'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://palavrasemcontexto.blogspot.com/2008/10/1-lista-de-exerccios-sintaxe.html' title='1ª Lista de exercícios  - Sintaxe'/><author><name>blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2084054145649044728.post-7639741126347888118</id><published>2008-10-17T19:50:00.000-07:00</published><updated>2008-10-19T20:55:48.988-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='para ver'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Manuel Bandeira'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vídeos'/><title type='text'>O habitante de Pasárgada - Manuel Bandeira</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-5fe73bddb533e4d3" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v14.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3D5fe73bddb533e4d3%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331426967%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D1D7E4E0FDBCFC719CD975F718D76994A92392ECA.20F0315F8934354648F2FE37A023C58FA0BE9496%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D5fe73bddb533e4d3%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DsMvrmuEHdBE1dNTxQGtA_ZtfzmE&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v14.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3D5fe73bddb533e4d3%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331426967%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D1D7E4E0FDBCFC719CD975F718D76994A92392ECA.20F0315F8934354648F2FE37A023C58FA0BE9496%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D5fe73bddb533e4d3%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DsMvrmuEHdBE1dNTxQGtA_ZtfzmE&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Este é um trecho de um filme muito bonitinho com o Manuel Bandeira.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Procurem-no depois de assitirem a essa prévia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E fica aí um poeminha dele:&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Arte de Amar &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Se queres sentir a felicidade de amar, esquece a tua alma. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A alma é que estraga o amor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Só em Deus ela pode encontrar satisfação.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não noutra alma. Só em Deus - ou fora do mundo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As almas são incomunicáveis.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Deixa o teu corpo entender-se com outro corpo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Porque os corpos se entendem, mas as almas não.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2084054145649044728-7639741126347888118?l=palavrasemcontexto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='enclosure' type='video/mp4' href='http://www.blogger.com/video-play.mp4?contentId=5fe73bddb533e4d3&amp;type=video%2Fmp4' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://palavrasemcontexto.blogspot.com/feeds/7639741126347888118/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2084054145649044728&amp;postID=7639741126347888118' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2084054145649044728/posts/default/7639741126347888118'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2084054145649044728/posts/default/7639741126347888118'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://palavrasemcontexto.blogspot.com/2008/10/o-habitante-de-pasrgada-manuel-bandeira.html' title='O habitante de Pasárgada - Manuel Bandeira'/><author><name>blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2084054145649044728.post-5646863520699128365</id><published>2008-10-09T22:30:00.000-07:00</published><updated>2008-10-12T21:11:22.664-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='poesia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vida Maria'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='para ver'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='curta'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vidas Secas'/><title type='text'>Vida Maria</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_rw-hgS3IFAs/SO7yUlwU7fI/AAAAAAAAAA8/jVJ1obhVYxs/s1600-h/vidamaria-mtriste.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5255404250734063090" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_rw-hgS3IFAs/SO7yUlwU7fI/AAAAAAAAAA8/jVJ1obhVYxs/s320/vidamaria-mtriste.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há um curta muito bonito dirigido por Márcio Ramos chamado &lt;em&gt;Vida Maria.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Além de ser delicado e muito bem feito, é ótimo para que estiver lendo &lt;em&gt;Vidas Secas&lt;/em&gt;, sobretudo porque retrata o movimento cíclico da vida dos nordestinos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As imagens acima foram retiradas do &lt;a href="http://www.viacg.com/"&gt;site&lt;/a&gt; do diretor, Márcio Ramos, onde você encontra todas as informações sobre o curta, incluindo a premiação e como adquirir uma cópia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_rw-hgS3IFAs/SO7x_sRJy6I/AAAAAAAAAA0/uRzNTbiUilQ/s1600-h/vidamaria-caderno.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5255403891705105314" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_rw-hgS3IFAs/SO7x_sRJy6I/AAAAAAAAAA0/uRzNTbiUilQ/s320/vidamaria-caderno.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2084054145649044728-5646863520699128365?l=palavrasemcontexto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='enclosure' type='video/mp4' href='http://www.blogger.com/video-play.mp4?contentId=57918f10fd51e5ec&amp;type=video%2Fmp4' length='0'/><link rel='enclosure' type='video/mp4' href='http://www.blogger.com/video-play.mp4?contentId=bcae6ad06799c2b8&amp;type=video%2Fmp4' length='0'/><link rel='enclosure' type='' href='http://www.miriamsalles.info/wp/?p=355' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://palavrasemcontexto.blogspot.com/feeds/5646863520699128365/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2084054145649044728&amp;postID=5646863520699128365' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2084054145649044728/posts/default/5646863520699128365'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2084054145649044728/posts/default/5646863520699128365'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://palavrasemcontexto.blogspot.com/2008/10/vida-maria.html' title='Vida Maria'/><author><name>blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_rw-hgS3IFAs/SO7yUlwU7fI/AAAAAAAAAA8/jVJ1obhVYxs/s72-c/vidamaria-mtriste.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2084054145649044728.post-4471485209043516137</id><published>2008-06-04T06:26:00.000-07:00</published><updated>2011-10-02T23:16:00.077-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aulas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='análise sintática'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gramática'/><title type='text'>Complemento Nominal vs. Adjunto Adnominal</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Diferença entre adjunto adnominal e complemento nominal&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Há nomes que, por não terem sentido completo, exigem um termo para completá-los. Esse termo é chamado &lt;strong&gt;Complemento Nominal&lt;/strong&gt; e inicia-se sempre por preposição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Exemplos:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Impedimos a derrubada da mata&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;DERRUBADA: nome incompleto (substantivo)&lt;br /&gt;DA MATA: complemento nominal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Você é igual a ele.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;IGUAL: nome incompleto (adjetivo)&lt;br /&gt;A ELE: complemento nominal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Todos tiveram medo do ladrão.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;MEDO: nome incompleto (substantivo)&lt;br /&gt;DO LADRÃO: complemento nominal .&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;OBSERVAÇÃO:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;O adjunto adnominal pode, às vezes, ser iniciado por preposição.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Exemplo: A casa de madeira caiu&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;O complemento nominal &lt;strong&gt;sempre&lt;/strong&gt; é iniciado por preposição. Isso pode gerar, em certas frases, sérias dúvidas quanto à função do termo em estudo.&lt;br /&gt;Assim, quando um termo estiver se referindo a um nome e estiver iniciado por preposição, ele será ou adjunto adnominal ou complemento nominal. Para distinguir um do outro, é conveniente usar, como critério auxiliar da análise, as orientações seguintes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Principais diferenças entre o complemento nominal e o adjunto adnominal&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;1.ª diferença:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O adjunto adnominal só se refere a substantivos (tanto concretos como abstratos).&lt;br /&gt;O complemento nominal refere-se a substantivos (só abstratos), a adjetivos e a advérbios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2.ª diferença:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O adjunto adnominal pratica a ação expressa pelo nome a que se refere.&lt;br /&gt;O complemento nominal recebe a ação expressa pelo nome a que se refere.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3.ª diferença:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O adjunto adnominal pode indicar posse.&lt;br /&gt;O complemento nominal nunca indica posse.&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Exemplos de aplicação dos critérios acima:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;As ruas de terra serão asfaltadas.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;RUAS: nome (substantivo)&lt;br /&gt;DE TERRA é adjunto adnominal ou complemento nominal?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Note que DE TERRA refere-se ao nome RUAS, que é um substantivo concreto (considerando a classe gramatical). Pelo 1.º critério, podemos concluir que DE TERRA só pode ser adjunto adnominal, pois o complemento nominal não se refere a substantivo concreto. Então, DE TERRA: adjunto adnominal.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;A rua é paralela ao rio.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;PARALELA: nome (adjetivo)&lt;br /&gt;AO RIO: complemento nominal ou adjunto adnominal?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O termo AO RIO está se referindo a PARALELA, que é um adjetivo (considerando a classe gramatical). Usando o 1.º critério, podemos concjuir eu ao rio só pode ser complemento nominal, já que o adjunto adnominal nunca se refere a adjetivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;As críticas ao diretor eram infundadas.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;CRÍTICAS: nome (substantivo)&lt;br /&gt;AO DIRETOR: complemento nominal ou adjunto adnominal?&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Observe que CRÍTICAS expressa uma ação (ação de criticar). O termo AO DIRETOR é que recebe as críticas (o diretor é criticado). Usando o segundo critério, podemos concluir que AO DIRETOR é um complemento nominal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As críticas do diretor eram infundadas.&lt;br /&gt;CRÍTICAS: nome (substantivo)&lt;br /&gt;Agora, o termo DO DIRETOR é adjunto adnominal, pois ele pratica a ação expressa pelo nome CRÍTICAS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do livro &lt;strong&gt;Novo Manual Nova Cultural – Redação, Gramática e Literatura.&lt;/strong&gt; Professores: Emília Amaral, Severino Antônio e Mauro Ferreira do Patrocínio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Retirado do site &lt;a href="http://www.portrasdasletras.com.br/pdtl2/sub.php?op=gramatica/docs/adjuntocomplemento"&gt;Por_Trás_das_Letras&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2084054145649044728-4471485209043516137?l=palavrasemcontexto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://palavrasemcontexto.blogspot.com/feeds/4471485209043516137/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2084054145649044728&amp;postID=4471485209043516137' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2084054145649044728/posts/default/4471485209043516137'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2084054145649044728/posts/default/4471485209043516137'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://palavrasemcontexto.blogspot.com/2008/11/complemento-nominal-vs-adjunto.html' title='Complemento Nominal vs. Adjunto Adnominal'/><author><name>blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2084054145649044728.post-6888094868548464354</id><published>2008-01-01T22:16:00.000-08:00</published><updated>2011-10-02T23:15:15.299-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Diogo Mainardi'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='para ler'/><title type='text'>Ler não serve para nada – Diogo Mainardi</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Como tornar o Brasil uma nação letrada? É o título de um documento de Ottaviano Carlo De Fiore, secretário do Livro e Leitura. Honestamente, eu nem sabia que o Ministério da Cultura tinha um secretário do Livro e Leitura. Mas tem. Sua principal tarefa é "acompanhar, avaliar e sugerir alternativas para as políticas do livro, da leitura e da biblioteca". Foi exatamente o que Ottaviano Carlo De Fiore tentou fazer em seu documento, estudando maneiras de aumentar o interesse por livros no Brasil. Cito um trecho: "É fundamental que nos meios de massa, políticos, estrelas, sindicalistas, professores, religiosos, jornalistas (através de depoimentos, conselhos, testemunhos) propaguem contínua e perenemente a necessidade, a importância e o prazer da leitura, assim como a ascensão social e o poder pessoal que o hábito de ler confere às pessoas".&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Não pertenço a nenhuma das categorias mencionadas por Ottaviano Carlo de Fiore. A rigor, portanto, meu depoimento não foi solicitado. Dou-o mesmo assim, ainda que tenha plena consciência de minha falta de prestígio e incapacidade de influenciar as pessoas. Se digo que meu escritor preferido é Rabelais, por exemplo, ninguém sente o irrefreável impulso de entrar numa livraria e comprá-lo. Se, por outro lado, Rubens Barrichello recomenda os relatos de reencarnação de Muitas Vidas, Muitos Mestres, do americano Brian Weiss ("depois que o li, o medo que tinha da morte foi embora"), é bastante provável que consiga vender quatro ou cinco exemplares a mais.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Minha experiência, ao contrário do que afirma o documento de Ottaviano Carlo De Fiore, é que o hábito da leitura constitui o maior obstáculo para a ascensão social e o poder pessoal no Brasil. Não é um acaso que aqueles que vivem de livros - os escritores - se encontrem no patamar mais baixo de nossa escala social. Muito mais baixo do que políticos, estrelas, sindicalistas, professores, religiosos ou jornalistas. De fato, basta entrar no Congresso, num estúdio de TV, numa universidade ou numa redação de jornal para ver que todos os presentes têm verdadeira aversão por livros. Eles sabem que livros não ajudam a conquistar poder, dinheiro, respeitabilidade. Livros só atrapalham. Criam espíritos perdedores. Provocam isolamento, frustração, resignação. Desde que comecei a ler, virei um frouxo, um molenga. Com o passar dos anos, foram-se embora todas as minhas ambições. Tudo porque os livros me colocaram no devido lugar. Nada disso, claro, tem a ver com o temperamento nacional, tão afirmativo, tão voraz, tão animal. É contraproducente tentar convencer os poderosos a prestar depoimentos sobre a importância dos livros em suas carreiras, simplesmente porque é mentira, e todo mundo sabe que é mentira. Dê uma olhada nas pessoas de sucesso que aparecem nas páginas desta revista. É fácil perceber que nenhuma delas precisou ler para subir na vida. A melhor receita para o sucesso, no Brasil, é o analfabetismo.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Por mais bem intencionado que seja Ottaviano Carlo De Fiore, duvido que um dia o Brasil venha a se tornar uma nação letrada. Se por acaso isso acontecer, certamente lerá os livros errados. Se calhar de ler os livros certos, só dirá bobagens sobre o que leu.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Publicado na revista Veja em 28/03/2001 &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2084054145649044728-6888094868548464354?l=palavrasemcontexto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://palavrasemcontexto.blogspot.com/feeds/6888094868548464354/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2084054145649044728&amp;postID=6888094868548464354' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2084054145649044728/posts/default/6888094868548464354'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2084054145649044728/posts/default/6888094868548464354'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://palavrasemcontexto.blogspot.com/2008/10/ler-no-serve-para-nada-diogo-mainardi.html' title='Ler não serve para nada – Diogo Mainardi'/><author><name>blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2084054145649044728.post-6220587663185822013</id><published>2007-12-08T20:33:00.000-08:00</published><updated>2011-10-02T23:14:45.187-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='intertextualidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='João Cabral de Melo Neto'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='poemas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='para ler'/><title type='text'>Tecendo a manhã.</title><content type='html'>Um galo sozinho não tece uma manhã:&lt;br /&gt;ele precisará sempre de outros galos.&lt;br /&gt;De um que apanhe esse grito que ele&lt;br /&gt;e o lance a outro; de um outro galo&lt;br /&gt;que apanhe o grito de um galo antes&lt;br /&gt;e o lance a outro; e de outros galos&lt;br /&gt;que com muitos outros galos se cruzem&lt;br /&gt;os fios de sol de seus gritos de galo,&lt;br /&gt;para que a manhã, desde uma teia tênue,&lt;br /&gt;se vá tecendo, entre todos os galos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se encorpando em tela, entre todos,&lt;br /&gt;se erguendo tenda, onde entrem todos,&lt;br /&gt;se entretendendo para todos, no toldo&lt;br /&gt;(a manhã) que plana livre de armação.&lt;br /&gt;A manhã, toldo de um tecido tão aéreo&lt;br /&gt;que, tecido, se eleva por si: luz balão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Cabral de Melo Neto. “Educação pela pedra”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, pensem: o que este poema tem a ver com intertextualidade?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2084054145649044728-6220587663185822013?l=palavrasemcontexto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://palavrasemcontexto.blogspot.com/feeds/6220587663185822013/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2084054145649044728&amp;postID=6220587663185822013' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2084054145649044728/posts/default/6220587663185822013'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2084054145649044728/posts/default/6220587663185822013'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://palavrasemcontexto.blogspot.com/2008/10/tecendo-manh.html' title='Tecendo a manhã.'/><author><name>blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
